segunda-feira, 15 de junho de 2015

Cabo de internet que vai ligar Brasil a Portugal ganha aporte milionário.

O projeto de construção de um cabo submarino de fibra óptica para ligar Brasil e Portugal vai receber um financiamento de € 26,5 milhões (cerca de R$ 92 milhões) da União Europeia. O anúncio foi feito na última semana, durante a cúpula entre lideres da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos) e da União Europeia. 

O cabo funciona como um túnel por onde trafegam os dados. A expectativa é de que a estrutura aumente a oferta de internet e barateie o custo para o consumidor, além de melhorar a velocidade da conexão. A estrutura também irá conectar diretamente os dois continentes. Atualmente, a comunicação entre a América do Sul e a Europa precisa passar pelos Estados Unidos.

No ano passado, a Telebras disse a expectativa era que o cabo estivesse operando no segundo semestre de 2016, com capacidade de 3 Tbps. Mas houve um atraso na execução e na constituição da empresa, que ainda não está formada. O investimento total é de US$ 185 milhões (R$ 645 milhões).
 
A empresa responsável pela execução do projeto, criada em parceria da Telebras com a espanhola IslaLink, terá participação de 35% da brasileira e 65% da IslaLink. Mais tarde, a empresa da Espanha deverá transferir 30% das ações para um fundo de investimentos ainda não definido, ficando com 45% da participação.

fonte: Olhar digital

segunda-feira, 8 de junho de 2015

O Protocolo ARP

O ARP descobre o endereço de hardware associado a um endereço IP em particular. Isso pode ser utilizado em qualquer tipo de rede que suporte broadcasting. Embora seja mais encontrado em termos de Ethernet.
 Se o host A quer enviar um pacote ao host B na mesma Ethernet, ele utiliza o ARP para descobrir o endereço de hardware do host B. Quando B não estiver na mesma rede do host A, o host A utiliza um ARP para localizar o MAC do roteador do próximo hop para o qual um pacote destinado ao host B deveria ter sido enviado.
Uma vez que o ARP utiliza pacotes broadcast que não podem cruzar redes, ele só pode ser utilizado para localizar os endereços de hardware de máquinas conectadas diretamente a rede local do host que os envia. Todas as máquinas mantêm uma tabela na memória denominada cache ARP, que contém os resultados das consultas a ARP mais recentes.
Sob circunstâncias normais, vários dos endereços de que um host necessita são descobertos logo depois da inicialização, assim o ARP não é responsável por uma grande quantidade de tráfego de rede. O ARP funciona fazendo broadcast de um pacote perguntando se alguém conhece o endereço de hardware de um determinado IP.
 A máquina que está sendo pesquisada reconhece o próprio endereço IP e retorna afirmando que esse endereço IP está em uma das suas interfaces de rede e o endereço de hardware correspondente também é retornado.
 Portanto, as duas máquinas aprendem os seus respectivos mapeamentos de ARP com apenas uma troca de pacotes. Outras máquinas que ouvem por acaso o broadcast inicial do requisitante também podem registrar o endereço do mapeamento. Essa inspeção passiva do tráfego ARP, às vezes, é chamada de espionagem. 

quarta-feira, 3 de junho de 2015

VPN Baseado no protocolo MPLS



O VPN IP  é o serviço de rede virtual privativa (baseado no protocolo MPLS) que oferece confiabilidade e segurança necessárias à implementação, por parte do cliente, de intranets e/ou extranets corporativas e outros aplicativos baseados no protocolo IP. Executa múltiplas classes de serviço (QoS), permitindo integração total da rede de voz, dados e vídeo, priorizando os tráfegos mais importantes dentro da rede VPN dos clientes.
Quando usado com o MPLS, o recurso VPN permite que diversos sites se interconectem de forma transparente por uma rede do provedor de serviço. Uma rede de provedor de serviços pode suportar várias VPNs de IPs diferentes. Cada uma delas aparece para seus usuários como uma rede privada, separada de todas as outras redes. Na VPN, cada site pode enviar pacotes IP para qualquer outro site na mesma VPN.
Cada VPN está associada com um ou mais instâncias de VPN Routing ou de encaminhamento (VRFs) Um VRF consiste em uma tabela de IP Routing, uma tabela de Cisco Express Forwarding (CEF) derivada e um conjunto de interfaces que usam essa tabela de encaminhamento.
O roteador mantém um roteamento separado e tabela de CEF para cada VRF. Isso evita que as informações sejam enviadas para fora da VPN e permite que a mesma sub-rede seja utilizada em várias VPNs sem provocar problemas de endereço IP duplicado.
MPLS ou MultiProtocol Label Switching é uma tecnologia de encaminhamento de pacotes baseada em rótulos (labels) que deixa a rede IP muito mais segura, confiável, fácil de administrar e de personalizar

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Governo promete apoiar os pequenos provedores através do programa Banda larga para todos.

O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, declarou que o Plano Nacional de Banda Larga está a caminho, pelo programa Banda Larga para Todos (BLT). Segundo ele, a ideia é que, nos próximos quatro anos, a rede de internet brasileira tenha a capacidade ampliada, aumentando a taxa de transmissão média em 4 vezes (de 6,5 Mbps para 25 Mbps).
Ele confirmou o que o governo já havia divulgado anteriormente quanto ao desejo, por meio do Plano Nacional de Banda Larga, de levar fibras ópticas (backhaul e backbone) a 90% dos municípios brasileiros e a 45% dos domicílios brasileiros situados nas zonas urbanas. Reafirmou, ainda, a intenção de se chegar a 2018 com 300 milhões de acessos de Banda Larga instalados, incluindo BL sem fio (móveis). O 4G deverá atingir 1.142 cidades em 2018.
Para isso, o ministro afirmou que os recursos viriam dos orçamentos das prestadoras de serviços e também do governo, com recursos do Fistel. Além disso, haverá incentivo aos pequenos provedores, principalmente em cidades do interior e locais mais remotos.
O ministros reconheceu que o Plano Nacional de Banda Larga, que até agora buscou estabelecer preços para ofertar acessos a 1Mbps, não atingiu as metas, com adesão de apenas 2,6 milhões de clientes. Mesmo assim, os acessos aumentaram. A banda larga fixa cresceu 126% no Norte entre 2010 e 2014. Nesse mesmo período, cresceu 107% no Nordeste, 69% no Centro-Oeste, 51% no Sudeste, e 52% no Sul.
Já a internet móvel cresceu mais expressivamente: no Nordeste, 688%; no Sudeste, 536%; e no Sul, 642%. O Brasil possui 138 milhões de terminais 3G e 4 milhões de 4G. O 3G está presente em 3599 cidades, e o 4G, em 323.
Portanto, há uma expectativa de um maior apoio governamental aos pequenos provedores, mas, é preciso aguardar e ficar atento aos próximos passos do Plano Nacional de Banda Larga.

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domingo, 26 de abril de 2015

Seu provedor não tem um plano futuro.

Uma das maiores deficiências que os provedores apresentam é a ausência de planejamento. Para isso, é necessário compreender os números que o seu negócio apresenta, tendo em mente, por exemplo, o número de clientes que você pretende alcançar em médio e longo prazo, além do número de serviços, planejamento de infraestrutura, etc. Assim, você pode direcionar os seus investimentos com segurança e, posteriormente, colher os frutos de um trabalho bem planejado.
O consultor vai auxiliar você a traçar esse plano, além de identificar os passos que você deve tomar para atingir seus objetivos e as ferramentas necessárias, seja em matéria de equipamento, novas tecnologias ou de pessoal.

sábado, 11 de abril de 2015

Estude intensamente o comportamento dos seus clientes, seus desejos e preocupações, as diferenças de perfil. Deve ser procedimento em sua estrutura de atendimento prezar pela qualidade e não pela quantidade de problemas resolvidos.
Para conquistar e fidelizar sua base de consumidores, é importante valorizar quem compra seu produto ou serviço.